quinta-feira, março 10, 2011

Devaneios


[...] Que oscilam minha mente, assombram o meu interior, me esvaziam e fazem me sentir fraca, sensível e vulnerável as agressões psíquicas. São lembranças que correm em minhas veias, me ocorre a infância, a inocencia, chocolates e brincadeiras. No entanto o sangue pulsa como um vulcão, sem sentido, ignorando meus sentimentos,destruindo o pouco que tenho, sufocando-me. Caminho num beco longo e sem saída, correndo sem direção, desesperada a sua procura. Isto é um sonho ou um pesadelo? Pode ser realidade? Realidade tem fim, minha procura por você, não. Cada vez mais forte, mas veloz, um tornado devastador que transforma-se em brisa suave, acalma minha natureza humana, voltando a velha infância, quando as cantigas de ninar eram felizes e me faziam dormir.

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