terça-feira, agosto 16, 2011

Epílogo


Encantada com o olhar dos pássaros, a calma com que eles avistam os céus e voam numa brisa de liberdade. Liberdade dos românticos, dos loucos, dos cegos de amor. Amor ilusório, que sopra no coração, aperta as entranhas e morre quando não mais se tem razão. Daqueles que cantam estes verdes mares e os campos de um azul celeste arborizado, porque o amor confunde as cores, não existe distinção, tudo é uma coisa só, lindo e inconsciente, um som, que adormece o sentido humano, porque mais nada importa. Sorrir chorando, chorar sorrindo, chorar e sorrir de novo, até a última folha de outono no chão cair.

2 comentários:

sarah evelyn disse...

Esse sentimento chamado amor confunde a todos,nos delira e nos ilude,parece uma droga que por mais mal que faça os poucos instantes de prazer ilusionario que nos traz parecem fazer sentido.Sei que meu comentario esta meio sem sentindo,mas o texto mexeu comigo,muito lindo bjs

Curiosa disse...

chorar e sorrir: dois atos que vem de dentro, quando o que tem dentro não cabe ali.

srtacuriosa.blogspot.com